Categoria: Kitssom

  • Tela no encosto de cabeça e Dual Zone: como funciona a segunda tela do carro

    Tela no encosto de cabeça e Dual Zone: como funciona a segunda tela do carro

    Resposta rápida: a tela no encosto de cabeça é um monitor fixado atrás do banco dianteiro para quem viaja atrás assistir vídeo, ouvir música ou jogar. O sistema Dual Zone separa duas fontes ao mesmo tempo: o motorista segue no GPS na frente e os passageiros veem outra coisa atrás, cada um no seu conteúdo. Há dois caminhos possíveis, a tela independente, com Android e Wi-Fi próprios, e a tela alimentada pela central da frente.

    Numa viagem longa, o “já chegou?” do banco de trás costuma aparecer antes da primeira parada. Com uma criança entediada, o trajeto rende o dobro. É nesse ponto que uma segunda tela muda o clima dentro do carro. 

    E não é um nicho pequeno: segundo a Booking.com, 48% dos viajantes brasileiros pretendem fazer uma road trip em 2026, índice que sobe para 50% entre quem viaja em família. 

    Nas próximas linhas você vai entender como a tela no encosto de cabeça funciona na prática, o que significa o tal Dual Zone, como o equipamento prende no banco sem furo, quanto ele pesa na elétrica do carro e o que a lei brasileira permite hoje.

    O que é uma tela no encosto de cabeça

    A tela no encosto de cabeça é um monitor preso na parte de trás do banco dianteiro, na altura dos olhos de quem senta atrás. A ideia é simples e resolve um incômodo antigo: em vez de curvar o pescoço para tentar enxergar a central do painel, o passageiro de trás tem a imagem bem à frente dele, na distância certa e com o cinto no lugar.

    Os modelos atuais vão muito além do antigo DVD. Rodam Android, puxam internet por Wi-Fi e abrem apps direto da Play Store, de YouTube e Netflix a Spotify e jogos. Também leem vídeo e música de pen drive ou cartão SD, o que garante entretenimento mesmo naquele trecho de estrada sem sinal. 

    Nas centrais e telas da Kitssom, o áudio pode sair por fones via Bluetooth ou ser jogado no som do carro por um modulador FM, para cada um ouvir do seu jeito sem atrapalhar o resto. É a mesma lógica de liberdade que uma central multimídia traz ao painel, agora estendida para o banco de trás.

    Dual Zone: o motorista no GPS, os passageiros no filme

    Dual Zone quer dizer duas zonas de conteúdo funcionando ao mesmo tempo, de forma independente. Na frente, o motorista mantém o Waze ou o Google Maps rodando na central. Atrás, os passageiros assistem a um filme, jogam ou ouvem outra playlist. Nenhuma das zonas interfere na outra. Esse é o sentido real do termo, e não apenas “tocar vídeo e música juntos”, como às vezes se lê por aí.

    Na prática, o Dual Zone é o que transforma o carro num ambiente de convívio confortável durante horas de estrada. O condutor não perde a navegação para agradar quem está atrás. 

    As crianças não precisam se contentar com o mesmo mapa que o pai está olhando. Quando o assunto é central multimídia duas telas, é exatamente esse arranjo que entra em jogo: uma tela de comando na frente, uma tela de entretenimento atrás, cada uma no seu papel. 

    A sensação de imersão vem daí, de todo mundo ter o que quer sem disputar o mesmo aparelho.

    Tela independente ou controlada pela central da frente?

    Aqui está a decisão técnica que quase nenhum conteúdo explica direito. Existem dois jeitos de montar a segunda tela, e eles atendem necessidades diferentes.

    A tela independente tem cérebro próprio.

    Roda seu próprio Android, conecta no Wi-Fi, abre os apps dela e reproduz mídia do cartão sem depender de mais nada. Funciona em qualquer carro, com ou sem central moderna na frente, porque não precisa conversar com o painel. É a opção mais flexível e a que resolve para a maioria das famílias.

    A tela alimentada pela central da frente recebe o vídeo da própria central, por uma saída de imagem. Nesse arranjo, o que toca atrás pode ser espelhado ou comandado pela tela dianteira. O detalhe importante: nem toda central tem saída de vídeo para telas traseiras.

    Algumas trazem, outras não, e vale conferir a ficha antes de contar com esse recurso. Se a sua ideia é levar Netflix ou YouTube do celular para as telas do carro, o espelhamento entre celular e central é o caminho mais comum, e ele se soma bem à segunda tela em vez de substituí-la.

    Na dúvida entre os dois, o critério é este: quer autonomia total para o banco de trás, sem mexer no que já existe na frente? Tela independente. Quer que a central dianteira controle o que aparece atrás? Aí você precisa de uma central com saída de vídeo e uma tela preparada para recebê-la.

    Como a tela no encosto de cabeça é fixada e o que a elétrica aguenta

    A fixação é mais simples do que a maioria imagina, e não envolve furar o estofado. A tela no encosto de cabeça prende nas próprias hastes metálicas do apoio, aquelas duas barras que você usa para ajustar a altura.

    O suporte abraça essas hastes, a tela fica firme e o encosto continua regulável. Como as hastes seguem um padrão universal, o mesmo modelo serve em carros bem diferentes, do hatch popular à picape.

    No lado elétrico, a conversa muda conforme o tipo de tela. As telas independentes com Android precisam de uma alimentação de 12V, tirada de um ponto adequado da fiação. Já alguns modelos mais simples não têm fonte própria e dependem totalmente de um ponto de energia bem feito. 

    Em ambos os casos, o consumo é baixo perto do que a bateria entrega, mas o ponto sensível não é a potência, é a qualidade da ligação. Uma emenda mal isolada ou um ponto errado na fiação é o que causa dor de cabeça depois, de tela que reinicia sozinha a alarme que dispara sem motivo.

    Por isso, quem instala importa tanto quanto o que se instala. Ligar uma tela no encosto de cabeça sem entender a rede elétrica do veículo é convite a problema, e é justamente aí que a instalação bem feita da central faz diferença. 

    O carro moderno tem uma rede que conversa com o computador de bordo, e cada ponto de energia tem sua função. Vale muito ter suporte técnico de verdade por trás da instalação, não só na hora de comprar.

    Passageiro assiste, motorista dirige: o que diz a lei

    Boa notícia para quem viaja com crianças: telas voltadas para os passageiros de trás sempre foram permitidas no Brasil. A antiga Resolução Contran nº 242, de 2007, já autorizava equipamentos de imagem instalados de forma que só os ocupantes do banco traseiro enxergassem o conteúdo. Ou seja, a tela no encosto de cabeça está dentro da regra há quase duas décadas.

    O que mudou em 2026 diz respeito às telas da frente. A Resolução Contran nº 1.030/2026, publicada em agosto, passou a permitir que a tela dianteira exiba filmes e séries para o passageiro da frente com o carro em movimento, desde que a tecnologia impeça totalmente o motorista de ver a imagem, em qualquer ajuste do banco. 

    As telas dos bancos traseiros seguem liberadas sem qualquer alteração. A regra que continua valendo para todo mundo é a de sempre: o motorista não assiste a vídeo enquanto dirige. O entretenimento é dos passageiros, e o Dual Zone existe justamente para respeitar essa fronteira.

    Como escolher a segunda tela (e por que a instalação importa)

    Escolher a tela no encosto de cabeça certa passa por três perguntas objetivas:

    • Independente ou conectada à central? Se quer autonomia para o banco de trás em qualquer carro, vá de tela independente com Android e Wi-Fi. Se quer comando pela central da frente, confirme a saída de vídeo.
    • Qual tamanho de tela? Modelos de 7, 8 e 10 polegadas atendem gostos diferentes. Telas maiores rendem mais em viagem longa; as menores pesam menos no visual do interior.
    • Qual a qualidade real da imagem? Uma tela de matriz ativa e com tratamento antirreflexo faz diferença enorme naquele sol de fim de tarde na estrada, quando a tela comum simplesmente apaga.

    Onde a Kitssom entra nessa conta é no que vem depois da compra. Não é uma loja de acessórios genérica: são mais de 40 anos de som e integração automotiva, mais de 350 modelos de carro atendidos e nota 4.8 no Google. 

    Cada equipamento vem com QR Code para acesso direto ao suporte técnico, 2 anos de garantia e uma ficha honesta, sem inventar RAM ou capacidade que o aparelho não tem. É o tipo de respaldo que reduz o risco de comprar às cegas em marketplace, receber a caixa e descobrir que ninguém atende quando a tela não liga.

    Vale registrar uma ressalva técnica: a segunda tela mantém a maioria das funcionalidades do entretenimento a bordo, mas cada carro tem sua particularidade de fiação e de central. Um projeto assinado por quem entende do veículo é o que garante que a instalação respeite as configurações originais.

    Quer ver como o GPS na frente e o filme atrás funcionam no seu carro? Conheça a linha de telas de encosto e o sistema Dual Zone da Kitssom e fale com o suporte para confirmar a melhor opção para o seu modelo. Em Florianópolis, o projeto pode ser feito e conferido na loja física, com quem instala respondendo pelo resultado.

    A segunda tela deixou de ser luxo de carro importado. Hoje ela é uma forma acessível de renovar o interior do veículo que você já tem, sem trocar de carro para isso. 

    Com o equipamento certo, uma instalação bem feita e o Dual Zone separando a navegação do entretenimento, a viagem em família muda de figura: o motorista dirige tranquilo, os passageiros de trás se divertem, e o “já chegou?” some por umas boas horas. O carro continua o mesmo. A experiência dentro dele, não.

    FAQ

    A tela no encosto de cabeça precisa furar o banco para ser instalada? Não. Ela prende nas hastes metálicas do próprio encosto, as mesmas que ajustam a altura do apoio. O estofado não é perfurado e o encosto continua regulável normalmente.

    Dá para o motorista ver o GPS enquanto os passageiros assistem a um filme? Sim, esse é exatamente o propósito do Dual Zone. A central da frente segue no mapa enquanto a tela de trás roda outro conteúdo, de forma independente, sem uma zona interferir na outra.

    A tela de encosto funciona sem internet? Funciona. Os modelos com Android reproduzem vídeo e música direto de pen drive ou cartão SD, o que resolve os trechos de estrada sem sinal. Com Wi-Fi ativo, ela ainda puxa apps de streaming e a internet do celular.

    Preciso ter uma central multimídia moderna para instalar a segunda tela? Depende do tipo. A tela independente funciona em qualquer carro, com Android e Wi-Fi próprios, sem depender do painel. Já a tela alimentada pela central exige que a central tenha saída de vídeo para o banco de trás.

    A tela no encosto de cabeça consome muita bateria? O consumo é baixo perto do que a bateria do carro entrega. O ponto de atenção não é a potência, e sim a qualidade da instalação elétrica: um ponto de energia bem feito evita reinícios e falhas.

    É permitido por lei ter tela para os passageiros de trás? Sim. Telas voltadas para os ocupantes do banco traseiro são permitidas desde a Resolução Contran nº 242/2007 e seguem liberadas. A regra que se mantém é que o motorista não pode assistir a vídeo enquanto dirige.

  • Como deixar o CarPlay sem fio no seu carro: as duas formas que funcionam

    Como deixar o CarPlay sem fio no seu carro: as duas formas que funcionam

    Resposta rápida: existem duas maneiras de ter CarPlay sem fio no carro. A primeira é usar um adaptador (dongle) que se conecta na porta USB e transforma o CarPlay com fio de fábrica em sem fio, uma solução rápida para quem já tem o recurso original. A segunda é trocar por uma central multimídia com CarPlay sem fio nativo, que entrega tela maior, integração completa e Android Auto sem fio no mesmo aparelho. A escolha depende do que o seu carro já tem hoje.

    O cabo do CarPlay parece um detalhe pequeno até você conviver com ele todos os dias. Ele enrosca no câmbio, a ponta afrouxa com o tempo, e sempre tem aquele dia em que a conexão cai no meio do trajeto. 

    Quem já experimentou entrar no carro e ver o mapa aparecer sozinho na tela, com o celular ainda no bolso, não volta atrás. É por isso que a busca por CarPlay sem fio cresceu tanto. A boa notícia: dá para chegar lá por dois caminhos diferentes.

    A escolha certa depende de uma pergunta simples, o que o painel do seu carro já oferece. Vamos separar as duas rotas, com as vantagens e os limites de cada uma, para você decidir sem cair em promessa vazia de marketplace.

    O que significa ter CarPlay sem fio

    Antes de escolher a rota, vale entender o que muda na prática. No CarPlay com fio, o iPhone se conecta à central por um cabo USB, que ao mesmo tempo carrega o aparelho e transmite os dados. 

    No CarPlay sem fio, essa mesma comunicação acontece pelo ar: o celular e a central trocam credenciais por Bluetooth na primeira vez e, depois, mantêm uma conexão Wi-Fi dedicada entre os dois. O resultado é o que interessa. Você dá a partida, guarda o celular, e em poucos segundos Waze e playlist já estão na tela.

    A lógica vale igual para o Android Auto sem fio. Os dois sistemas usam o mesmo tipo de emparelhamento, então quando falamos das rotas abaixo, elas atendem tanto quem tem iPhone quanto quem usa Android.

    Rota 1: o adaptador plug and play para quem já tem CarPlay de fábrica

    Se o seu carro já saiu de fábrica com CarPlay com fio, a rota mais rápida é o adaptador sem fio, também chamado de dongle ou Smart Box. É um dispositivo pequeno que você pluga na porta USB onde hoje conecta o cabo. Ele se apresenta para o carro como se fosse o cabo tradicional e, ao mesmo tempo, abre uma conexão sem fio com o seu celular.

    O ponto que ninguém pode omitir, e que separa uma indicação honesta de uma venda enganosa, é o pré-requisito. O adaptador só funciona se o carro já tiver CarPlay ou Android Auto com fio de fábrica. 

    Como explicam guias técnicos sobre o produto, o adaptador converte a conexão que já existe, ele não cria o recurso do zero. Se a central original do carro não tem CarPlay, nenhum dongle vai adicionar. Nesse caso, a rota é outra, e explicamos ela a seguir.

    Quando o pré-requisito está atendido, o lado bom aparece:

    • Instalação em minutos, sem mexer no painel nem no chicote do carro.
    • Custo de entrada menor que trocar a central inteira.
    • Conexão automática toda vez que você liga o carro.
    • Mantém a interface original que você já conhece, agora sem o cabo.

    E os limites, que também precisam ficar claros:

    • Depende de um bom sinal Wi-Fi entre adaptador e celular. Modelos baratos costumam travar ou congelar a tela.
    • A qualidade da experiência é a da central que você já tem. Se a tela original é pequena ou lenta, ela continua pequena e lenta.
    • Alguns adaptadores exigem atualização de firmware para funcionar direito, o que afasta quem não tem paciência com configuração.

    O adaptador resolve bem um problema específico: tirar o cabo de quem já gosta da central original. Para muita gente, é exatamente isso que faz falta.

    Rota 2: a central multimídia com CarPlay sem fio nativo

    A segunda rota é a solução definitiva, e a única possível para quem não tem CarPlay de fábrica. Você troca a central original por uma multimídia moderna que já vem com CarPlay sem fio e Android Auto sem fio integrados de forma nativa. Aqui não existe adaptador plugado, o recurso faz parte do aparelho.

    Essa rota faz sentido para três situações comuns. A primeira é o carro que nunca teve CarPlay, onde o adaptador simplesmente não é opção. A segunda é o carro com uma central antiga, travada, de tela pequena, onde o dono quer o pacote completo e não só remendar o cabo. A terceira é quem busca mais do que conectividade, uma tela maior, câmera de ré em alta definição, resposta rápida ao toque e a estética limpa de um painel integrado.

    As centrais da linha K-SERIES da Kitssom já trazem os dois sistemas na versão sem fio no mesmo aparelho. Ou seja, você não escolhe entre CarPlay e Android Auto: se trocar de celular no futuro, a central continua funcionando com qualquer um dos dois.

    E como o catálogo cobre modelos com encaixe específico por veículo, a instalação respeita o desenho original do painel em vez de forçar uma moldura genérica.

    Sobre a instalação, aqui entra o cuidado que faz diferença. Trocar uma central envolve o chicote elétrico do carro, que conversa com o computador de bordo, avisos sonoros e comandos de volante. Feita por quem conhece o modelo, a troca é plug and play e preserva a maioria das funções originais do veículo. 

    Feita no improviso, é onde nascem as dores de cabeça de desativar um comando ou perder um aviso. Por isso a rota da central pede instalação especializada, não por complicação, mas por segurança do seu patrimônio.

    Adaptador ou central: qual rota é a sua

    A decisão fica clara quando você cruza o que o carro tem hoje com o que você quer daqui pra frente. A tabela resume:

    CritérioAdaptador (dongle)Central com CarPlay sem fio nativo
    Pré-requisitoCarro já tem CarPlay/Android Auto com fio de fábricaServe para qualquer carro, com ou sem CarPlay original
    O que resolveTira o cabo, mantém a central atualTroca a experiência inteira: tela, resposta, integração
    InstalaçãoPlugar na USB, minutosEspecializada, respeitando o chicote do carro
    TelaA mesma que você já temMaior, mais nítida, touch responsivo
    CarPlay e Android AutoDepende do que o carro já suportaOs dois sem fio, nativos no aparelho
    Melhor paraQuem gosta da central atual e só quer sem caboQuem quer modernizar o painel de vez

    Se você tem um carro recente com CarPlay de fábrica e gosta da interface, o adaptador entrega o que você procura. Se o carro pede uma renovação maior, ou nem tem o recurso, a central é o caminho que resolve de verdade.

    Por que a estabilidade da conexão depende de quem instala

    Vale um aviso que a maioria dos anúncios esconde. Tanto no adaptador quanto na central, a diferença entre uma conexão que funciona e uma que trava não está só no produto, está na configuração. Um adaptador genérico mal atualizado congela. Uma central instalada às pressas, sem respeitar a rede elétrica do carro, gera falha intermitente que ninguém consegue diagnosticar depois.

    É aqui que a compra em marketplace sem suporte cobra o preço. O produto chega na caixa, o cliente não consegue configurar, e não tem para quem ligar. A Kitssom trabalha justamente nesse ponto: são 40 anos de mercado, e cada central sai com suporte técnico acessível para resolver dúvida de instalação e configuração. 

    Quando surge um problema na hora de conectar, existe alguém do outro lado que conhece o modelo do seu carro. Esse é o diferencial que não aparece na foto do produto, mas que decide se você vai ter CarPlay sem fio funcionando ou um aparelho encostado.

    A conta que faz o upgrade valer a pena

    Tem um contexto de fundo que explica por que tanta gente está modernizando o carro em vez de trocar. A frota brasileira de automóveis chegou a uma idade média de 11 anos e 5 meses, segundo o relatório 2026 do Sindipeças. 

    São milhões de carros bons, bem cuidados, mas com tecnologia de painel defasada. Trocar de veículo nesse cenário custa caro. Atualizar a central, seja com adaptador ou com uma multimídia nova, devolve ao carro atual a conexão que faltava, por uma fração do preço de um carro novo. 

    É a lógica de renovar o patrimônio que você já tem, em vez de assumir uma dívida grande por um recurso que hoje se resolve no painel.

    Escolha a rota e conte com quem instala

    Se o seu carro já tem CarPlay de fábrica e você só quer se livrar do cabo, o adaptador resolve. Se você quer o pacote completo, ou seu carro não tem o recurso, a central com CarPlay sem fio nativo é o caminho. Em qualquer das rotas, o que garante a conexão estável é a instalação bem feita e o suporte por trás dela.

    Veja as centrais Kitssom com CarPlay e Android Auto sem fio, confira a compatibilidade com o seu modelo e fale com o time para descobrir qual das duas rotas faz mais sentido para o seu carro.

    Sair do carro com o celular no bolso, sem desconectar nada, é um daqueles confortos que parecem pequenos e mudam a relação com o painel todos os dias. As duas rotas levam até lá. A diferença está em escolher a certa para o seu caso, e em ter quem responda quando você precisar. Seu carro já é bom. Falta só a tela acompanhar.

    FAQ: perguntas frequentes sobre CarPlay sem fio

    Todo carro aceita CarPlay sem fio? Depende da rota. Pelo adaptador, o carro precisa já ter CarPlay ou Android Auto com fio de fábrica, porque o dongle converte um recurso que já existe. Pela central multimídia com CarPlay sem fio nativo, qualquer carro pode receber o recurso, já que o aparelho novo traz a tecnologia embutida.

    O adaptador CarPlay sem fio funciona em carro que não tem CarPlay original? Não. O adaptador só transforma em sem fio um CarPlay que já existe com fio. Se a central original do carro não tem o recurso, o caminho é trocar por uma multimídia que já venha com CarPlay sem fio de fábrica.

    Qual a diferença entre CarPlay com fio e sem fio? No modo com fio, o celular conecta por um cabo USB que também carrega o aparelho. No modo sem fio, a conexão acontece por Bluetooth e Wi-Fi, sem cabo, e o CarPlay inicia sozinho quando você liga o carro. A praticidade do dia a dia é a maior diferença.

    Vale a pena o adaptador ou é melhor trocar a central? Se você gosta da central atual e só incomoda com o cabo, o adaptador resolve por um custo menor. Se a central é antiga, pequena ou lenta, ou se o carro nem tem CarPlay, a troca por uma central com CarPlay sem fio entrega uma experiência completa e definitiva.

    A conexão sem fio é estável? Quando o produto é bom e a configuração é bem feita, sim, a experiência é próxima da conexão com fio. Adaptadores baratos e instalações no improviso são a principal causa de travamentos. Por isso o suporte técnico na hora de configurar faz diferença real.

    CarPlay sem fio gasta mais bateria do celular? Como usa Wi-Fi e Bluetooth ao mesmo tempo, há um consumo natural da bateria. Em viagens longas, vale usar um carregador por indução ou manter o cabo de energia plugado só para carregar, mesmo com o CarPlay rodando sem fio.

  • A Kitssom é Confiável? Conheça Nossa História e Garantias no Som Automotivo

    A Kitssom é Confiável? Conheça Nossa História e Garantias no Som Automotivo

    O painel do seu carro é o centro de comando de toda a sua experiência de direção. Quando decidimos fazer um upgrade e instalar uma central multimídia, não estamos apenas comprando uma tela; estamos integrando um novo computador ao sistema elétrico do veículo. 

    É exatamente por isso que comprar equipamentos automotivos em marketplaces genéricos ou de importadores sem procedência é um risco altíssimo. Um equipamento de baixa qualidade pode causar desde a perda dos comandos de volante até curtos-circuitos na rede CANbus do carro. Diante disso, a escolha da loja é tão importante quanto a escolha do aparelho.

    A loja Kitssom é confiável e segura para compras?

    Sim, a Kitssom é totalmente confiável e atua como especialista em som automotivo desde 1986. Oferecemos 1 ano de garantia real em todas as centrais multimídias, trabalhamos apenas com equipamentos homologados e disponibilizamos suporte técnico avançado por videochamada para auxiliar na instalação e configuração do sistema no seu veículo.

    1. Tradição e Engenharia desde 1986

    Nossa história não começou ontem. A Kitssom acompanha a evolução automotiva há quase quatro décadas. Sobrevivemos e lideramos o mercado porque entendemos de engenharia de som. Nós não somos apenas “vendedores de caixas”. Nossa equipe técnica avalia o hardware, a estabilidade do sistema operacional e a compatibilidade dos chicotes elétricos antes de qualquer produto entrar em nosso catálogo.

    2. Curadoria Técnica e Homologação

    Muitos motoristas são seduzidos por preços irreais na internet e acabam recebendo centrais multimídias com memória RAM falsificada ou sem o decodificador correto para o carro, exigindo cortes na fiação original. Na Kitssom, nosso apelo comercial é a segurança absoluta. Trabalhamos com o conceito Plug and Play (encaixe original) sempre que possível, preservando a originalidade e a garantia de fábrica do seu automóvel.

    3. Segurança Digital e Proteção de Dados

    Sabemos que a segurança dos seus dados é inegociável. Por isso, nosso e-commerce conta com os mais modernos protocolos de segurança (SSL) e criptografia de ponta a ponta, garantindo que suas informações pessoais e financeiras estejam 100% protegidas contra fraudes durante o checkout.

    FAQ: Perguntas Frequentes sobre a Kitssom

    Os produtos vendidos pela Kitssom possuem garantia?

    Sim. Todos os nossos equipamentos eletrônicos, incluindo a linha completa de centrais multimídias, acompanham nota fiscal e possuem 1 ano de garantia contra defeitos de fabricação, com um processo de acionamento rápido e sem burocracias.

    A Kitssom oferece suporte na hora da instalação?

    Este é o nosso maior diferencial. Oferecemos suporte técnico humanizado por videochamada. Se o seu instalador tiver dúvidas sobre a pinagem ou configuração da rede CANbus, nossa equipe entra ao vivo para orientar o procedimento correto.

    Como funciona o envio e o prazo de entrega?

    Trabalhamos com transportadoras parceiras de alta confiabilidade para garantir que equipamentos sensíveis cheguem intactos. O prazo de entrega varia conforme o CEP, e você recebe o código de rastreio em tempo real assim que o pedido é faturado. Não coloque a elétrica do seu carro em risco com equipamentos de procedência duvidosa. 

    Acesse a loja da Kitssom e encontre a central multimídia perfeita para o seu veículo, com garantia, suporte técnico e a qualidade que só quem está desde 1986 no mercado pode oferecer.

  • Garantia e Suporte Kitssom: Como Funciona o Nosso Pós-Venda Especializado?

    Garantia e Suporte Kitssom: Como Funciona o Nosso Pós-Venda Especializado?

    A jornada de compra de uma central multimídia não termina quando o entregador deixa a caixa na sua porta. Na verdade, é aí que começa a fase mais crítica: a instalação. Carros modernos possuem redes elétricas complexas, onde o rádio se comunica com o computador de bordo, avisos sonoros e comandos de volante. 

    Um fio ligado no lugar errado pode desconfigurar o veículo. É por isso que o suporte pós-venda é o fator mais importante na sua decisão de compra, e onde a maioria das lojas virtuais falha miseravelmente.

    Como funciona a garantia e o suporte técnico da Kitssom?

    A Kitssom oferece 1 ano de garantia contra defeitos de fabricação em todas as centrais multimídias. O nosso maior diferencial de mercado é o suporte técnico avançado: oferecemos auxílio direto por videochamada com nossos especialistas no exato momento da instalação, orientando seu instalador sobre chicotes, pinagens e configurações de rede CANbus.

    1. O Desafio da Instalação Automotiva Moderna

    Mesmo instaladores profissionais podem se deparar com dúvidas ao instalar uma central de última geração em um veículo específico. Como configurar o protocolo do decodificador (Canbus Box)? Como reter a câmera de ré original de fábrica que opera em 6 volts em vez de 12 volts? Se você comprar de um importador comum, ficará sem respostas. Na Kitssom, nós temos a engenharia do produto mapeada.

    2. Suporte Técnico Humanizado por Videochamada

    Nosso suporte não é feito por robôs ou manuais traduzidos de forma confusa. Se o seu instalador tiver dúvidas, ele aciona nossa equipe técnica por vídeo. Nós olhamos o painel junto com ele, indicamos a pinagem correta do chicote Plug and Play e ensinamos o caminho exato no menu de fábrica para habilitar as funções do seu carro. Isso economiza horas de mão de obra e evita danos ao equipamento.

    3. Garantia de 1 Ano: Compromisso com o seu Investimento

    Confiamos tanto na curadoria técnica dos nossos produtos que oferecemos 12 meses de garantia. Se o hardware apresentar falhas de fabricação, nosso processo de RMA (Retorno de Mercadoria) é ágil, transparente e totalmente alinhado com o Código de Defesa do Consumidor.

    FAQ: Perguntas Frequentes sobre o Suporte Kitssom

    O suporte técnico atende o meu instalador diretamente?

    Sim. Recomendamos fortemente que o profissional responsável pela instalação entre em contato conosco diretamente do pátio da loja. Assim, falamos de técnico para técnico, agilizando a resolução de qualquer configuração elétrica ou de software.

    Preciso pagar a mais pelo suporte em vídeo?

    Não. O suporte técnico avançado por videochamada é um benefício exclusivo e gratuito para todos os clientes que adquirem centrais multimídias diretamente na loja oficial da Kitssom.

    O que a garantia de 1 ano cobre?

    A garantia cobre qualquer vício ou defeito de fabricação no hardware do aparelho (falhas no display, queima de processador, problemas no módulo Bluetooth, etc.). Ela não cobre danos causados por má instalação (como curtos-circuitos por ligações erradas), por isso frisamos a importância de usar nosso suporte.

    Comprar na Kitssom é ter a certeza de que o seu investimento está protegido. Você não está comprando apenas uma tela; está contratando uma equipe de especialistas. Escolha seu modelo de multimídia agora e conte com nosso suporte premium.